Retirado de: Daniel Robbins e a revolução de bastidores no Projeto Gentoo

Daniel Robbins, o fundador do projeto Gentoo, tem um histórico curioso de relacionamento com o projeto: ele abriu mão voluntariamente do papel de líder do projeto em prol de uma fundação integrada por outros participantes, em seguida abriu mão de participar do Gentoo, meses depois tornou-se funcionário da Microsoft durante um curto período, após sair de lá retornou ao Gentoo como desenvolvedor, e saiu insatisfeito novamente em março deste ano.

Eu usei o Gentoo por muito tempo. Adorava o fato de poder customizar ao máximo minha distro e principalmente estar sempre com as últimas versões dos programas (Adoro viver “on edge”). Porém, não gostava do imenso tempo que demorava para compilar um OpenOffice, Firefox, etc.

Enquanto eu usava Gentoo, o que mais gostava era a comunidade, sempre muito prestativa nos fórums ou via IRC. Acontece, que de uns tempos pra cá eu percebi que o projeto parecia meio abandonado. Nem a GWN (Gentoo Weekly News) era atualizada! Parece que a comunidade tinha ficado muito “politizada” para o meu gosto. Quem me garante que se o Robbins voltar, a comunidade voltará a ser como era antes? Eu acredito que não! Sem falar que “ninguém quer ele lá”.

Nos tempos do Robbins, eu achava que os ebuilds não demoravam a sair. Nos meus últimos meses com Gentoo, cheguei a esperar meses por ebuilds da nova versão do Gnome. O que me levou ao Gentoo, fora isso, oras! Não esperar por muito tempo para estar com as últimas versões dos softwares (estáveis ou não) em minha máquina.

Foi aí que eu migrei para o Arch Linux.

Não fiquei muito tempo, pois me apaixonei pela maçã. Mas, se o OS X não fosse um *nix “por baixo”, não sei se usaria não. Não consigo ficar sem as ferramentas de um *nix.

O Parallels Desktop 3.0 for Mac utiliza algumas DLLs modificadas do Wine, e, segundo a licença LGPL, eles deveriam publicar as modificações que fizeram nestas DLLs. Acontece, que a equipe do Parallels, apesar de conhecer a licença, fica dando prazos falsos para a publicação do código. De acordo com o Wiki do Wine eles entraram em contato com os desenvolvedores há um mês.

O Parallels é um software que permite rodar máquinas virtuais no Mac. Eu mantinha o Windows instalado na máquina, pq infelizmente, na escola onde dou aulas utilizo softwares que só rodam em Windows, e, para jogar também.

Só que, com a versão 3.0 do Parallels, estes jogos rodam perfeitamente virtualizados, então, hoje só uso o Windows virtualizado mesmo. A grande feature dessa versão é justamente: “Rodar jogos compatíveis com Directx 8”. Algo, que poucos virtualizadores conseguem hoje em dia. Se essa parte do software, usa código LGPL, toda a comunidade ganhará com isto, e quem sabe, não teremos a mesma tipo de feature em softwares rodando no Linux? Agora, é só esperar o pessoal do Parallels cumprir a licença, visto que, por enquanto, o pessoal do Wine não quer entrar na justiça.

Atualizado: Parece que o problema foi resolvido

Eu sempre preferi o Firefox ao invés do Safari.

Em partes, pelo excelente número de Extensões que o Firefox possui. Algumas delas, que eu não consigo mais trabalhar sem, como a Firebug , WebDeveloper ToolBar e até mesmo pelo fato da exibição de código no Safari não ter Syntax Highlight.

Mas parece que isso vai mudar na próxima versão do Safari. Este novo Web Inspector é sensacional.

Para fazê-lo funcionar, você deve baixar o nightly build do WebKit que é a engine usada pelo Safari. Possui versões para Mac OS e Windows. E para habilitar o Web Inspector, digite esta linha no Terminal (no Mac OS, no Windows eu não sei como fazer):

 defaults write com.apple.Safari WebKitDeveloperExtras -bool true 

O pessoal do RailsEnvy criaram 4 comerciais sobre Rails, ao estilo, da excelente campanha Get a Mac da Apple.

Eles vão lançar um à cada dia que antecede a abertura da RailsConf desse ano, então, ontem foi dia de RoR vs Java:

E hoje, foi dia de RoR vs PHP:

Os comerciais ficaram muito bons, fiquem ligados nos próximos, que serão “contra” o PHP também.

Bem que podiam fazer um RoR vs Python (nada contra a linguagem, afinal, Ruby e Python são as linguagens que mais me interessam hoje em dia :) )